IPCA de luto pela morte do seu primeiro presidente
José Eduardo Lopes Nunes foi “um dos grandes arquitetos” da instituição
O Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA) decretou luto académico de três dias pela morte de José Eduardo Lopes Nunes, primeiro presidente e “um dos grandes arquitetos” da instituição, foi hoje anunciado.
Em comunicado, a instituição expressa “profunda tristeza” pela morte de Lopes Nunes, “uma referência incontornável no desenvolvimento do ensino superior em Portugal”.
Refere que, em 1995, Lopes Nunes “aceitou o desafio de criar do zero o que viria a ser o IPCA”.
“Na altura, não havia mais do que um decreto de lei. Foi necessário contratar professores, recrutar funcionários, procurar instalações e organizar cursos, tarefa que exigiu coragem, visão e uma determinação inabalável”, acrescenta.
Lopes Nunes foi presidente da Assembleia Estatutária e integrou o Conselho Geral, assumindo responsabilidades que ajudaram a consolidar os fundamentos institucionais da instituição.
“O legado de Lopes Nunes é visível na sólida instituição que hoje conhecemos: um Politécnico moderno, inovador, próximo dos estudantes e profundamente integrado na região. Mais do que fundador, foi mentor e inspirador, transmitindo aos que com ele trabalharam valores de dedicação, rigor e humanidade”, refere ainda o comunicado.
Natural de Angola, Lopes Nunes formou-se em Ciências Naturais na Universidade de Coimbra e doutorou-se em França, iniciando uma carreira que o levou a lecionar em Moçambique e, mais tarde, a desempenhar papéis determinantes na Universidade do Minho e na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
19.02.2026
𝐍𝐨𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐞𝐬𝐚𝐫 𝐩𝐞𝐥𝐨 𝐟𝐚𝐥𝐞𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐞𝐬𝐬𝐨𝐫 𝐉𝐨𝐬é 𝐄𝐝𝐮𝐚𝐫𝐝𝐨 𝐋𝐨𝐩𝐞𝐬 𝐍𝐮𝐧𝐞𝐬
O IPCA manifesta profunda tristeza pelo falecimento do Professor José Eduardo Lopes Nunes, primeiro Presidente e um dos grandes arquitetos da instituição.
O Professor Lopes Nunes dedicou a sua vida à educação e à ciência, sendo uma referência incontornável no desenvolvimento do ensino superior em Portugal.
Natural de Angola, formou-se em Ciências Naturais na Universidade de Coimbra e doutorou-se em França, iniciando uma carreira marcada pelo rigor académico e pela paixão pelo ensino, que o levou a lecionar em Moçambique e, mais tarde, a desempenhar papéis determinantes na Universidade do Minho e na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).
Em 1995, aceitou o desafio de criar do zero o que viria a ser o IPCA. Na altura, não havia mais do que um decreto de lei: foi necessário contratar professores, recrutar funcionários, procurar instalações e organizar cursos — tarefa que exigiu coragem, visão e uma determinação inabalável. Foi Presidente da Assembleia Estatutária e integrou o Conselho Geral, assumindo responsabilidades que ajudaram a consolidar os fundamentos institucionais da instituição.
O IPCA presta homenagem à sua vida e obra, expressando sentida gratidão por tudo o que construiu. A sua memória permanecerá viva em cada espaço do Politécnico, em cada estudante e em cada docente que teve a oportunidade de com ele aprender e colaborar.
Em sinal de respeito, a Presidente do IPCA decreta luto académico de três dias.
À família, amigos e colegas, endereçamos os nossos sentimentos mais sinceros, unidos na dor da perda, mas também na celebração de uma vida que marcou decisivamente a educação superior em Portugal.